sexta-feira, 12 de agosto de 2011

ZARTAN PORFÍRIO ACABA COM MACBÁBÁ




Macbábá não faças falsas insinuações! Aceita que sou um homem perdidamente apaixonado pela Nana, meu único e grande amor PRÉ E PÓS 60. Perdoa-me mas não posso continuar a ter-te como amásia. Não posso dar tal desgosto àquela que passado 31 anos ainda me faz renascer a esperança e acreditar que o AMOR dos poetas editados pela Blau, dos filmes do Tarzan, das canções da Kate Bush, dos bailados da Gulbenkian (quando existiram) e dos livros da carochinha afinal EXISTE! e TU MINHA FALSA AMIGA nunca me o deste a conhecer...


Portanto, pára de difamações e de imitares o Venenoso, senão quando voltar acabo com a tua raça - nem um ossinho vai ficar direito para o tubarão comer ou, pior ainda, levo-te para uma daquelas ilhas onde os nativos comem os miolos com azeite a ferver não da Sheeta mas dos humanos degenerados como tu.
TARCÍRIO



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